Quando dou por mim a pensar, muitas vezes chego a navegar noutras vidas, noutros mundo que não o meu. Chego a amaciar o vento dessa tola loucura de imaginar as coisas boas que a vida também me consegue dar. Sou feliz, perguntam-me, respondo-os com audácia. As coisas requerem tempo, espaço e sobretudo paciência. Requerem noção das coisas e vontade de lutar por elas. Não me perguntem mais o que sinto, se o que sinto é por demais verdadeiro. Não me perguntem mais o que é, se as histórias em comum são contadas à distância do ouvido que queremos que não o de mais ninguém. Desejo-me as maiores felicidades, na ânsia de sempre continuar a pacientar a consciência desse tempo que se constrói connosco e isso me deixa com um sorriso de orelha a orelha, dos mais belos que podia transmitir. Obrigado a ti por todos os momentos, e obrigado por te tornares no que és para mim.
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