16 Dezembro 2009
Escrito por
David Marinho
Verte-se a cabeça, deixa-se a água correr. Fecha-se os olhos. Com este frio, misericórdia a minha, a água quente valha-nos sempre tudo. Imagina no que pensei...(pois). Não evitei que o tempo que ali estive fosse motivo para tanto berro fora da casa de banho, e porque era o jantar, e porque era os afazeres, e porque era a responsabilidade, e porque era a minha cabeça que dizia que sim e que fumegava a todo o gás. Não, não. Não pensem que agora estou de cabeça quente, se a piada lhes chega ao goto ou se a inteligência é outra. Outra? Interessa-me, inteligências diferentes, diferentes visões, é isso. E saio para a rotina, sobretudo humana, que precisamos de nos alimentar. Mas têm razão, ainda tenho algo no pensamento, simplesmente não sai, mas sabem quando queremos arrancar e simplesmente pôr no coração (no coração também não que já lá está), mas quando queremos ter na nossa mão para andarmos a ver - sim, porque sempre temos a cabeça meia vazia, ou meia cheia, se a piada lhes chegar ao g...pois, isso! - e na mão não tenho, não. Mas tenho no coração. Podia chegar, claro, mas assim até está sempre presente não é? Sim, eu sei que no coração também. Mas na nossa mão não é sempre outra coisa? É, claro. Quando fica, nem pareço eu, nem quero que gosto muito da Lua e de andar por lá...mas se tiver os pés cá em baixo, reparem no tamanho que eu teria. Há coisas muito maiores.
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1 Comentário(s):
tudo isto por causa da agua quente xD
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