Antes de todas as estrelas, o mundo não era nascido. E poucos perceberam isso pelas opiniões que deambulavam por aí, de cafeína e olhos despertos, que este azul não era para brincadeiras. E tudo se tornou claro nessa estúpida cegueira que nada mexe com a substância, o inconsciente, a noção profunda de cada coisa, que o mundo quando nasce é só mesmo para alguns. Mentira. Obstruí-se essa vontade de crescer o comportamento humano em relação ao pormenor, à picuinhice das coisas realmente importantes, que as que são demasiado palpáveis estão deterioradas, gastas desse tempo infinito no espaço. É o vácuo que cresce nas pessoas. O nada, o zero irremediável que só o interesse nesse jogo de rancorosos pode fazer adiar soluções. Hoje não conceitos de nada. Perdeu-se a personalidade das massas, das culturas e do fascínio titânico do mundo. Hoje as escadas dividem-se pela atitude e estão viradas do avesso, que os maus continuarão a ser maus, e os bons deixam de o ser. Generalizo, que era impossível contar a vida de seis bilhões de pessoas porque acima de tudo cada um tem a sua história. Porto de Abrigo, nem por isso.
Eu tenho.
1 Comentário(s):
OBRIGADA POR TUDO <3
AQUI, SEMPRE.
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