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24 Outubro 2009

Vai e vem

Peguei docemente, tal a fragilidade,
Era rubi, e brilhava no escuro,
E a cidade que separava o mundo,
Idealizado era, mas tinha um muro.

A tarde escureceu, uivos de lamentar,
A noite traz saudade,
E também o luar,
E que escondeu nos becos a verdade.

É nessa luz, que todos seguem,
Virou estrela sem ler nem escrever,
E guia e não sabe o caminho,
Guiam-na livremente sem saber o que fazer.

Rasgam a pele à força do aperto do coração,
E fazem de ti, infortuíta, o anjo que cai,
E saber que tem-se razão quando se diz:
"Quem vem, também vai".

7 Comentário(s):

Isabel disse...

Escreves super bem :)

Violeta disse...

com saudades de te ler =D ...

beijinho enorme...

concordo com a frase ..mas nem sempre vao sozinhos..e a nós nunca nos deixam sozinhos..porque fioca sempre algo marcante... e há outros que ficam sempre... =D


beijo grande

love you

Margarida Sousa disse...

sem duvida david "quem vem, também vai" verdade verdadinhaaa... =)

^^gostei^^

*miminhos

Mafii disse...

ahh poeta :D
pois e' realidade cruel, qem vem tbm vai!
**

Débra disse...

és um verdadeiro poeta :)

Carolina disse...

Mais uma vez fantástico =D

Adryanne disse...

Vai e vem é o baloiço em brasileiro. =)

Quando baloiço muito alto fico com vertigens, quero muito rápido voltar...

=*