Peguei docemente, tal a fragilidade,
Era rubi, e brilhava no escuro,
E a cidade que separava o mundo,
Idealizado era, mas tinha um muro.
A tarde escureceu, uivos de lamentar,
A noite traz saudade,
E também o luar,
E que escondeu nos becos a verdade.
É nessa luz, que todos seguem,
Virou estrela sem ler nem escrever,
E guia e não sabe o caminho,
Guiam-na livremente sem saber o que fazer.
Rasgam a pele à força do aperto do coração,
E fazem de ti, infortuíta, o anjo que cai,
E saber que tem-se razão quando se diz:
"Quem vem, também vai".
7 Comentário(s):
Escreves super bem :)
com saudades de te ler =D ...
beijinho enorme...
concordo com a frase ..mas nem sempre vao sozinhos..e a nós nunca nos deixam sozinhos..porque fioca sempre algo marcante... e há outros que ficam sempre... =D
beijo grande
love you
sem duvida david "quem vem, também vai" verdade verdadinhaaa... =)
^^gostei^^
*miminhos
ahh poeta :D
pois e' realidade cruel, qem vem tbm vai!
**
és um verdadeiro poeta :)
Mais uma vez fantástico =D
Vai e vem é o baloiço em brasileiro. =)
Quando baloiço muito alto fico com vertigens, quero muito rápido voltar...
=*
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