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12 Outubro 2009

Esperança

É de tão longe e tão perto que distancia tão pouco a normalidade do coração. Grito, bafejo, estico a mesma corda que une as pessoas, que as une num pensamento facilitado e comum e não as faz perder. Não se aprende e desfaz-nos nessa emoção incontinente, e tudo é tão diferente, e tudo é tão inocente, e tudo é tão incapaz, e tudo é tão descabido sem sentido de vida, sem noção da realidade, sem a consciência, sem a alma que sempre se trouxe, sem a filosofia que a alimentava em tudo o que era lutas imorais, contraditórias e sobretudo silenciosas para que ninguém soubesse a visão nefasta da vida de cada um. Nestas coisas de brincadeiras todos a julgam, todos a mandam calar porque perder é perder mesmo e ninguém quer, que o conceito estende-se à completa escuridão neste mundo sem nada, sem cultura e sem pessoas. Mas sabem, a esperança, dizem, é a única que nunca morreu. Que procrie livremente que o vazio nunca foi nada.

3 Comentário(s):

Feitio'zinho disse...

Mas não gostas-te da conversa?

Vou tentar uma conversa melhor. =P

Um Beijo e uma Boa Semana*

P.S. Gostei do teu sorriso ;)

Pés de bailarina disse...

A esperança é o barco dos nossos sonhos.


Um beijinho grande :)

Helena Gomes disse...

Adorei, :)