No quadrado dos seus olhos,
Era uma janela para o mundo,
Vagueei no silêncio próspero,
Fui até ao fundo.
Era uma estrada tingida de verde,
Não tinha fim,
E na sua voz saíam flores,
Agarrei-as, sou mesmo assim.
Guiei-me nessa escuridão risonha,
Calado e sombrio, sorriso e calafrio,
Como um tolo que não teme,
Nesse quente de estação, o frio.
Bem sei, nessas paragens da vida,
Que esperanças quando vão, muitas não retornam,
Mas ao coração que cansou,
Tornam e tornam.
4 Comentário(s):
está lindo :)
parabens mesmo (:
-.- sinto-me tão estupida a brincar com os peixinhos pá XD
Eu sou mais vermelho sangue! :)
Boa tarde querido poeta! Lindíssima música e quanto ao texto me tocou profundamente, sua sensibilidade comove e eu me inclino à sua poesia...Bjs, tô te seguindo...
Enviar um comentário