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22 Setembro 2009

Verde esperança

No quadrado dos seus olhos,
Era uma janela para o mundo,
Vagueei no silêncio próspero,
Fui até ao fundo.

Era uma estrada tingida de verde,
Não tinha fim,
E na sua voz saíam flores,
Agarrei-as, sou mesmo assim.

Guiei-me nessa escuridão risonha,
Calado e sombrio, sorriso e calafrio,
Como um tolo que não teme,
Nesse quente de estação, o frio.

Bem sei, nessas paragens da vida,
Que esperanças quando vão, muitas não retornam,
Mas ao coração que cansou,
Tornam e tornam.

4 Comentário(s):

Marilena' disse...

está lindo :)
parabens mesmo (:

disse...

-.- sinto-me tão estupida a brincar com os peixinhos pá XD

Martinha disse...

Eu sou mais vermelho sangue! :)

Sonia Pallone disse...

Boa tarde querido poeta! Lindíssima música e quanto ao texto me tocou profundamente, sua sensibilidade comove e eu me inclino à sua poesia...Bjs, tô te seguindo...