Virara nessa noite,
O dia.
E de todas as possibilidades de sentir,
Ressentiu-se dessa alegria.
E olhar lá fora, de dentro do espaço semi-cerrado,
Neblina taciturna,
E um nó que te atravessa, dilacerado.
E perguntas ao silêncio, o que conseguiu escutar,
Desprezou-te,
Fraqueza que te fez alimentar.
A amargura das noites de boémia,
Virando estátua ao mundo,
Virando noite, enfim,
Nesse dia sem sol,
Nessa viagem sem fim.
6 Comentário(s):
sinto-te triste...
gostava de perceber(-te) melhor...
beijo
Lindíssimo... Deixaste-me simplesmente sem palavras...
É sempre "refrescante e delicioso" ler os teus posts.
Escreves de uma maneira diferente e interessante!
Continua assim...
Quero agradecer a tua passagem pelo meu blog. Ainda bem que gostaste!
Quanto ao teu, espero passar por cá com mais tempo para me deliciar das tuas palavras.
Um beijo... fica bem!
O dom mantém-se. Só vim cá comprovar, apesar de acreditar na tua capacidade constante de encantar através da escrita (e não só!).
Grande beijo :-*
Bastante bonito, mais uma vez... e faz-nos pensar!
Escreves muito bem, parabéns :D
Beijinho*
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