O sol que nasceu por cima das janelas fechadas,
Nasceu fora de si, longe de imaginar,
Que a estrela maior, cansada ficaria,
De tanto brilhar, brilhar, brilhar.
E se uma pessoa fosse, não seria uma estrela,
Não seria sequer famosa,
Seria um mar por descobrir,
Seria apenas uma miragem airosa.
E olhar para ela, fazer-lhe vénias,
Além da companhia habitual,
E ver aquele franzir de testa,
Aquele olhar triste sempre igual.
O sol hoje fui eu,
Minúsculo, microscópico, ninguém o viu,
E num grito de longe, chamam por mim,
"-Já vou!" e é sempre assim.
3 Comentário(s):
senti...(te)
beijo
és confuso pá! :) *
tens miminho no blog :)
beijo
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