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14 Junho 2009

Sou um sol

O sol que nasceu por cima das janelas fechadas,
Nasceu fora de si, longe de imaginar,
Que a estrela maior, cansada ficaria,
De tanto brilhar, brilhar, brilhar.

E se uma pessoa fosse, não seria uma estrela,
Não seria sequer famosa,
Seria um mar por descobrir,
Seria apenas uma miragem airosa.

E olhar para ela, fazer-lhe vénias,
Além da companhia habitual,
E ver aquele franzir de testa,
Aquele olhar triste sempre igual.

O sol hoje fui eu,
Minúsculo, microscópico, ninguém o viu,
E num grito de longe, chamam por mim,
"-Já vou!" e é sempre assim.

3 Comentário(s):

Violeta disse...

senti...(te)

beijo

Sandra disse...

és confuso pá! :) *

Violeta disse...

tens miminho no blog :)

beijo