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21 Junho 2009

Campos

Palpito entre o sorriso das nuvens,
E oiço o cantar.
Da ilusão do sol, dos olhares recortados,
E das imagens soberbas.
Vislumbro na altivez da luz,
O carregado do carvão desenhado no papel,
Soletrado.
De palha ao canto da boca,
Estremeci.
De mãos cruzadas debaixo da cabeça,
Sussurrei.
Fecho os olhos ao vento,
E o sol quando se pôs, adormeci.

10 Comentário(s):

Martiniska disse...

gostava de ser poeta como tu :)

Violeta disse...

ai as insonias ....

são tramadas...

:P

( nao sei se téve alguma influencia neste texto, mas senti-as..)

beijo

Carolina disse...

Lindissimo...escreves extremamente bem... vou seguir...desculpa a invasao :D

Sandra disse...

meu Deus, meu Deus.
O meu poeta preferido. E tenho dito *

SaraPereira. disse...

Está TÃO bonito!

Andreia disse...

Haverá um novo amanhecer =)

Mel disse...

Pequeno mas soberbo. gostei (:

Tataahzinha disse...

Lindo poema, tão lindo quanto vce.
Saudades tuas.. nos afastamos mas o carinho continua o mesmo.
:*

Dark Princess disse...

Temos poeta :D

Sabes bem o que acho dos teus textos, são fantásticos :)

Exprimes bem o que sentes, o que vês, o que ouves. És quase um observador deambulador.

Obrigada pela visita.

Gosto muito de ti, David.

Parabéns mais uma vez.

Beijinho,
Susana Roxo

Liliana ' disse...

Que textos os teus *.*

Gostei :) Vou seguir o teu blog, vale a pena :DDD