Palpito entre o sorriso das nuvens,
E oiço o cantar.
Da ilusão do sol, dos olhares recortados,
E das imagens soberbas.
Vislumbro na altivez da luz,
O carregado do carvão desenhado no papel,
Soletrado.
De palha ao canto da boca,
Estremeci.
De mãos cruzadas debaixo da cabeça,
Sussurrei.
Fecho os olhos ao vento,
E o sol quando se pôs, adormeci.
10 Comentário(s):
gostava de ser poeta como tu :)
ai as insonias ....
são tramadas...
:P
( nao sei se téve alguma influencia neste texto, mas senti-as..)
beijo
Lindissimo...escreves extremamente bem... vou seguir...desculpa a invasao :D
meu Deus, meu Deus.
O meu poeta preferido. E tenho dito *
Está TÃO bonito!
Haverá um novo amanhecer =)
Pequeno mas soberbo. gostei (:
Lindo poema, tão lindo quanto vce.
Saudades tuas.. nos afastamos mas o carinho continua o mesmo.
:*
Temos poeta :D
Sabes bem o que acho dos teus textos, são fantásticos :)
Exprimes bem o que sentes, o que vês, o que ouves. És quase um observador deambulador.
Obrigada pela visita.
Gosto muito de ti, David.
Parabéns mais uma vez.
Beijinho,
Susana Roxo
Que textos os teus *.*
Gostei :) Vou seguir o teu blog, vale a pena :DDD
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