Nos quadrados aritméticos da janela,
Na claridade do dia assimétrico,
Batia solarengo os raios convalescentes.
Que no ardor da impaciência,
E na paixão que o absorveu,
Olhava as imagens com uma beleza fugaz,
E de tão Decentes,
Suspirava cada molécula de oxigénio,
E num gesto épico, num descompasso exagerado,
Sentia aquela bomba, aquele cavalgar, aquele zumbido percussor,
E os sons, o vislumbre do momento exacto, o condutor de toda a história universal,
Tudo.
Porque um dia tem de ser vivido com intensidade.
2 Comentário(s):
absolutamente! (:
VIVIDO, no verdadeiro sentido da palavra.
Existimos tão pouco...
*
Já li este três vezes e fico com um sorriso bôbo :o
Acho que me embalou (a)
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