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14 Maio 2009

Vidas

As palavras não me deixariam muito tempo,
Nem os momentos que as concretiza,
Só lhes falta a paciência e tempo,
Que algo que possa sair, realiza.

Sinto esse peso morto cair sobre o chão,
Oiço o ribombar e nem volto para olhar,
Foi o adeus profundo, nem era eu,
Foi com o vento a sussurrar.

E nestas horas lentas, concentração imediata,
Falam as pedras e os muros e as calçadas que tanto são pisadas,
E rir da realidade que vivem já é penoso,
Que viver no país, idolatradas.

E neste passeio de heroísmo e simplicidade,
Viveu os anos que quis, e que a nossa imaginação pudesse inventar,
Fui eu quem a pôs à prova,
A minha vida? Ninguém a pode tirar.

8 Comentário(s):

Violeta disse...

lve u

beijo

Daniel Silva (Lobinho) disse...

A rima está muitíssimo bem ajustada e gostei do "heroísmo e simplicidade".

Abraço

Ana Ribeiro disse...

a tua vida e um bem precioso para ti e para aqueles que te amam... se como és, se quem es, e serás feliz...

ILY

Bjos

Martinha disse...

adoro a tua escrita, as tuas poesias :)
um dia vou escrever assim!

Pêjotinha' disse...

"Sinto esse peso morto cair sobre o chão,
Oiço o ribombar e nem volto para olhar,
Foi o adeus profundo, nem era eu,
Foi com o vento a sussurrar."

parei aqui. esta disse-me muito :$

Sandra disse...

exacto, ninguém t'a pode tirar! :) *

S . disse...

Ninguém, mesmo. Senão a morte e essa tardará (;

Vive e vive p'ra escrita também!

beijinho David

Anónimo disse...

És o meu herói David.. ahah
tens um blog mesmo fofinho..*.*
qualquer dia faço um e depois digo que me inspirei no teu..

gostei bastante do que li..e acho que tens um talento nato para as palavras..=P

beijinho (:*
Joana Marques.