As palavras não me deixariam muito tempo,
Nem os momentos que as concretiza,
Só lhes falta a paciência e tempo,
Que algo que possa sair, realiza.
Sinto esse peso morto cair sobre o chão,
Oiço o ribombar e nem volto para olhar,
Foi o adeus profundo, nem era eu,
Foi com o vento a sussurrar.
E nestas horas lentas, concentração imediata,
Falam as pedras e os muros e as calçadas que tanto são pisadas,
E rir da realidade que vivem já é penoso,
Que viver no país, idolatradas.
E neste passeio de heroísmo e simplicidade,
Viveu os anos que quis, e que a nossa imaginação pudesse inventar,
Fui eu quem a pôs à prova,
A minha vida? Ninguém a pode tirar.
8 Comentário(s):
lve u
beijo
A rima está muitíssimo bem ajustada e gostei do "heroísmo e simplicidade".
Abraço
a tua vida e um bem precioso para ti e para aqueles que te amam... se como és, se quem es, e serás feliz...
ILY
Bjos
adoro a tua escrita, as tuas poesias :)
um dia vou escrever assim!
"Sinto esse peso morto cair sobre o chão,
Oiço o ribombar e nem volto para olhar,
Foi o adeus profundo, nem era eu,
Foi com o vento a sussurrar."
parei aqui. esta disse-me muito :$
exacto, ninguém t'a pode tirar! :) *
Ninguém, mesmo. Senão a morte e essa tardará (;
Vive e vive p'ra escrita também!
beijinho David
És o meu herói David.. ahah
tens um blog mesmo fofinho..*.*
qualquer dia faço um e depois digo que me inspirei no teu..
gostei bastante do que li..e acho que tens um talento nato para as palavras..=P
beijinho (:*
Joana Marques.
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