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19 Maio 2009

Um palavrão da virtude

Nem todos os moralizados se sentem confiantes,
E nem todos os que o dizem o são,
E são indefensáveis os piores remates,
Como a crise de valores às doenças do coração.
E quem se atreveu a excomungar,
Ditaduras e leis, democráticas ou não,
Foi posto nas ruas da amargura,
Por ambicionarem serem o que já são.
Miseráveis são todos aqueles,
Que as pessoas dirão,
E muitas destas que o dizem,
Como que enganadas no que fazem, nunca o serão.
E quem acha que me sinto bem na vida,
Acarretam com a realidade que sonharão,
E mesmo que nunca faça nada,
O primeiro mundo que acabar,os outros sorrirão.
A simplicidade existe, e foi sempre a mesma,
Rotineiras clássicas ao tempo dos que virão,
Fazem-se certas, certas coisas,
Como quem faz a birra, e lhe pegam pela mão.
Sou um feliz que aqui ando,
Não digo que nunca disse um palavrão,
Mas se esta "merda" toda não fosse verdade,
O mundo, meus amigos, não tinha emoção.

6 Comentário(s):

Violeta disse...

verdade...

beijinho

Ana Ribeiro disse...

muito verdade... ILY... Obrigado por tudo...

Kiss

Trice disse...

adorei.
infelizmente não consigo comentar mais porque ando numa fase complicada..
beijinho*

Yiskay disse...

...brilhante texto...

:)

Zecas disse...

Bem maluco, como já te disse, epa.. eu próprio sou dono de um blog, e sei reconhecer um bom texto quando o vejo.

Parabéns pela escrita ;)

keep going, abraços

Paladar disse...

É só mesmo um "Até já".

Beijinho David