25 Maio 2009
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Escrito por
David Marinho
Refugiei-me nas musicalidade das letras ainda os anos se contavam pelos dedos das mãos, e refugiava-me porque sabia que era a única maneira de fugir e de saber o que iria acontecer a seguir. Mais ninguém adivinhou, antes uma carrada de "videntes" de bolso, prontos a conceber um futuro para mim que sabia que nunca se iria revelar. Não fazia muito tempo que saberia a resposta ao problema, como se fosse matemático, como se fosse lógico e nunca ousei apelidar-me de "mágico". Eu acho que, e da maneira mais vincada, um dia não são dias e cada um que posso viver gosto de renovar as pessoas, e tudo o que elas dizem, e de renovar-me (principalmente), mas não renovo tudo faz tanto tempo que já se apodera de mim um certo odor putrefacto das velhas ideias e das velhíssimas desconfianças em relação a tanta coisa. Não tentem adivinhar o que vem daí, não tentem sequer contrapor certas coisas que são evidentes, porque como os dias, uma pessoa não são pessoas mesmo apesar de muitas viverem em prol de outras. O mundo em que viv(emos)o é uma espécie retroactiva que nunca passou da cepa torta, mas toda a gente sabe e nada mudou. Deixem que as coisas sigam o seu rumo, talvez o passado seja outra coisa, o futuro outra qualquer e o presente, bem esse vai passando.
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5 Comentário(s):
Continuo a não achar que seja :o
acho que é desbatida, desbotada. quebradiça mas seguindo o memso trilho. Não?
gosto do texto... ILY... Kiss
Ó meu querido, escreves tão mas tão bem :')
Porque simplesmente as coisas são assim.
Siga esta escrita :)
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