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06 Abril 2009

Uma coisa de cada vez

Na efemeridade de cada momento, vamos sendo um ser de cada vez, e mais distantes em tudo o que somos. Esse distanciamento, quase que roda da desvirtude, é uma falta de bom-senso que a idade nos faz sentir e que vai desaparecendo. Não, não é a idade que temos que essa ainda é tão pobre e vazia mas aquela que derruba a barreira entre os anos que foram e os anos que são na verdade. Nestas coisas de escrever com a alma faz-nos largar a bagagem toda, tropeçar no tempo e esperar o resultado que há tanto, sem pensarmos muito, já sabíamos, já que na vida existem dois estereótipos do mesmo sentimento: os que sentem e os que não sentem, e por aí, não sabendo tão bem que já valia a pena ter vivido e sendo fáceis, somos ainda mais para complicar e desentender o que seria supostamente certo ou o mais correcto. Por isso fico-me onde estou, em mais uma caminhada entre o cauda do desnorte e a ponta da esperança, que caracteriza os dias que mesmo mal vividos, resistirão à sua irreversibilidade.

3 Comentário(s):

M@rta disse...

Olá!=)

Temos escritor! Gostei muito!

Trice disse...

é verdade , uma coisa de cada vez. hoje em dia custa-me ser feliz, anseio tudo de um trago e imagino-me com tudo

Tataahzinha disse...

Oiiii! Meu blog mudou!
Agora é esse aqui: www.peripeciasdatatah.blogspot.com

Obrigada a todos que NUNCA me abandonaram e estiveram do meu lado mesmo depois do meu afastamento!
Quem me acompanhava, peço que acompanhem no outro e saiam do antigo tá?

e agora.. VAMO QUE VAMOOO que eu to de volta!
beeeijo