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30 Março 2009

Dedicada

E no comboio que nunca entrei para te ver,
Que tanto passaste sem nunca vislumbrar,
Não era pelo comboio nem pelos dias sombrios,
Que me iria de ti lembrar.

Tens uma figura que deslumbra,
Que na calçada de todas as histórias do Mundo, soubeste ser diferente,
E por um dia vi-te na felicidade mais pura,
Chegou para guardar o momento para sempre.

E nem seria preciso confundir as palavras,
Nem olhar defronte para as memórias,
Porque o presente acontece e temos de viver,
E não nas lutas com armas irrisórias.

Se um dia deixares que aconteça,
Deixa que o vento possa correr,
Mas sei bem, porque o Amanhã nunca morre,
Que sendo assim, bem mereces viver.

7 Comentário(s):

Violeta disse...

...

sem mais a dizer...

beijo grande...

deixa viver =D

Amt

Trice disse...

Porque merecer é acto tão raro como sentir o verdadeiro ardor na pele, n'alma.
porque sentir é tão árduo, que suamos de não conseguir tanto :)

S . disse...

As últimas duas estrofes... como me identifiquei!
Esperança, persistência...

Gosto, David.

*

DeiaSantiago disse...

gostei . alias , gosto de todos os teus textos . tens muito jeito para escrever e nao eh todos os dias que se encontra um rapaz assim . continua a escrever . bjuh .

ลndreia disse...

Que bonito! *

Viagem sem fim disse...

Eeeeeeeee vivaaaaaaaaa! ehehe

Sandra disse...

Oh David, que belo poema, as always.
Temos que deixar sempre acontecer. Não serve de nada impedir. Se não logo a seguir o arrependimento bate à nossa porta..

beijinhos