Bebo da tua virtude, cheiro-te,
Nesse rosa púrpura dos teus sonhos,
E nos bolsos tragos os desejos,
Concretizo sim, nada enfadonhos.
Cada passada, a confiança aumenta,
Tempo perdido, achei-o amarrotado no chão,
Apanho-o com a mesma delicadez que fui,
Sou e sinto com o coração.
Espreito as horas por entre a manga rasgada,
E esqueci-me do que vira,
Que o sol se ponha e eu sinta as horas partirem,
E poder admirar o que ela sentira.
Guardei solenemente, a noite que testemunhe,
O papel que apanhei faz tempo,
Reli uma última vez para que não esquecesse,
Passou por mim uma brisa, um segredo do vento.
3 Comentário(s):
ta fofo como d costume kiduchito....
esta sentido, sincero, querido, ta simplesmente tudo...
Bjs aqui da parva *.*
Muito bonito... :)
Um beijinho *
O "meu" poema. Posso chamá-lo assim, não posso? =) *
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