É no branco dos azulejos, cismado,
Sombras ocultas do cinzento enublado,
Chove mil águas, escorrendo,
Afunilado sejas mal-amado.
O chilrear nervoso dos pássaros, de longe,
Presenças imprevisíveis vagueiam despreocupadas,
E a barulhenta água que vou vendo nua,
Encontram terras húmidas dilaceradas.
A quietude nula observada,
Chuva que cai e não molha,
Intensidade que muda, cada vez menos amada.
Vou repensando nas folhas que leio,
O futuro é como a água:
Precioso, creio.
Sombras ocultas do cinzento enublado,
Chove mil águas, escorrendo,
Afunilado sejas mal-amado.
O chilrear nervoso dos pássaros, de longe,
Presenças imprevisíveis vagueiam despreocupadas,
E a barulhenta água que vou vendo nua,
Encontram terras húmidas dilaceradas.
A quietude nula observada,
Chuva que cai e não molha,
Intensidade que muda, cada vez menos amada.
Vou repensando nas folhas que leio,
O futuro é como a água:
Precioso, creio.
4 Comentário(s):
Muito bom...
uau :D *
beijo solto...
hoje mais que nunca...sem palavras
amt
"Acreditar que um ser não sofre quando os olhos nada exprimem é um erro fácil de cometer", "O desperdício da vida está no amor que não damos nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca"..., "podemos nunca cometer erros e mesmo assim perdermos"
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