AVISO: Todo o conteúdo deste blogue foi feito por mim, salvo raríssimas excepções. Não copio, não o faça também! Obrigado

30 Janeiro 2009

Olhar permanente sobre as coisas

Naqueles olhos cor do mar, serpenteiam,
As minhas ideias desagregadas,
E enquanto vazio observo admirado,
Quantas vozes sem falar aladas.

No branco do papel, água morna da minha vida,
É das letras e dos dias que vou vivendo,
Não esqueço, infinitas vezes que,
Como gosto de te ir absorvendo.

Quem duvida de bons sentimentos,
Não só não sabe o que é sentir,
Quantos passos se tornam em falsos movimentos.

E de todas as formas de vida, de viver,
Enquanto tiver a noção de tudo o que é,
Para quê deixar de ser?

12 Comentário(s):

Sandra disse...

mais um dos teus poemas :)

beijinho *

Sandra disse...

mais um dos teus poemas :)

beijinho *

Daniel Silva (Sair das Palavras) disse...

Bem, espero não ter de estudar a métrica da tua poesia ;) mas só três palavras: MUITO BOM MESMO!

Abraço grande

Daniel

Pinipom disse...

«Não esqueço, infinitas vezes que,
Como gosto de te ir absorvendo.» simplesmente marcante amor...

amr-t

beijo enrome e continua assim com esses poemas lindos =D

Neia

Cadinho RoCo disse...

O desafio de sermos o que somos a cada instante é de um fascínio sem tamanho.
Cadinho RoCo

Martinha disse...

vá, vá... vai estudar matemáticas. vai... x)

disse...

Para quê deixar de ser? (coisas boas) é sempre melhor voltar a ser se não se é ainda.

Vanessa. disse...

As tuas palavrinhas deixam-me sempre com um sorriso no rosto. Adoro David!

Carla disse...

e é nesse olhar permanente que nos (re)descobrimos

Ana disse...

Voltei mor.... ja tinha saudades... XD... olha, tu escreves que me deixas de queixo caído porque escreves de uma forma espontanea e que toca lá no fundinho do peito... obrigado por tudo, e mais uma vez parabens pela tua escrita....

xanata disse...

tu quando te inspiras.. :')

DESESTRESSA MANO disse...

ser a gente mesmo dá um trabalho e nos desperta um fascinio, bela poesia

abraços e sucesso