Naqueles olhos cor do mar, serpenteiam,
As minhas ideias desagregadas,
E enquanto vazio observo admirado,
Quantas vozes sem falar aladas.
No branco do papel, água morna da minha vida,
É das letras e dos dias que vou vivendo,
Não esqueço, infinitas vezes que,
Como gosto de te ir absorvendo.
Quem duvida de bons sentimentos,
Não só não sabe o que é sentir,
Quantos passos se tornam em falsos movimentos.
E de todas as formas de vida, de viver,
Enquanto tiver a noção de tudo o que é,
Para quê deixar de ser?
12 Comentário(s):
mais um dos teus poemas :)
beijinho *
mais um dos teus poemas :)
beijinho *
Bem, espero não ter de estudar a métrica da tua poesia ;) mas só três palavras: MUITO BOM MESMO!
Abraço grande
Daniel
«Não esqueço, infinitas vezes que,
Como gosto de te ir absorvendo.» simplesmente marcante amor...
amr-t
beijo enrome e continua assim com esses poemas lindos =D
Neia
O desafio de sermos o que somos a cada instante é de um fascínio sem tamanho.
Cadinho RoCo
vá, vá... vai estudar matemáticas. vai... x)
Para quê deixar de ser? (coisas boas) é sempre melhor voltar a ser se não se é ainda.
As tuas palavrinhas deixam-me sempre com um sorriso no rosto. Adoro David!
e é nesse olhar permanente que nos (re)descobrimos
Voltei mor.... ja tinha saudades... XD... olha, tu escreves que me deixas de queixo caído porque escreves de uma forma espontanea e que toca lá no fundinho do peito... obrigado por tudo, e mais uma vez parabens pela tua escrita....
tu quando te inspiras.. :')
ser a gente mesmo dá um trabalho e nos desperta um fascinio, bela poesia
abraços e sucesso
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